quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Ha tempo para tudo...




A cada dia que passa, percebemos como o tempo voa. E quando se tem um pequerrucho crescendo debaixo de nosso nariz, essa confirmacao fica cada vez mais evidente.




O Kiyo fez 3 anos esses dias, mas desde que ele nasceu temos que lutar contra a mare de palpites sobre o que fazer e como proceder. Para tudo isso eu digo: ha tempo para tudo.




Em nossa vida como pais, tivemos varias situacoes onde esse dizer nos veio a calhar precisamente. Eis alguns exemplos...








O Kiyo dorme no nosso meio desde que nasceu. E ouvimos desde entao que ele precisa dormir no seu berco/cama/colchao para que seja independente. Para isso eu digo: ha tempo para tudo. O Kiyo nao precisa ser "independente" nesse exato momento. Ele precisa construir sua auto-estima e confianca. Ele precisa ter certeza que estamos com ele e que nao o deixaremos desamparado quando precisar. Uma vez que essa seguranca esteja construida, aih ele pode desbravar um quarto escuro por si so. Por hora, o tempo eh de dormir bem aconchegado no meio, segurando a mao do papai de um lado e da mamae do outro e tendo a certeza de que estaremos ali para espantar os "caras malvados" de seus pesadelos.









O Kiyo mama aos 3 anos. Escuto varios comentarios, alguns ate maldosos, de como essa pratica "prejudica o desenvolvimento dele" e como ele vai ser totalmente dependente de mim depois que for maior. Para isso eu digo: ha tempo para tudo. O Kiyo mama porque eh o tempo dele mamar. Ele eh um ser unico que nao precisa ser forcado a fazer ou deixar de fazer algo. Jah me basta o fato de ter "forcado" seu nascimento com uma cesarea. Se ele estah mamando, eh porque precisa. Talvez nao precise do leite como fonte alimentar principal, como era o caso no inicio. Mas ele ainda conta com o peito como fonte de afeto e carinho, como uma ligacao unica entre ele e a mamae. Forcar para largar o peito eh o mesmo que violentar esse tempo tao importante para o amadurecimento emocional dele. E isso eu me recuso a fazer.


O Kiyo nao vai para a escola. Desde que se passaram os 4 meses de "licensa maternidade", percebo alguns olhares de desaprovacao porque nao escolhemos colocar o Kiyo na escolinha/maternal/creche. Esses olhares se transformaram em comentarios quando o Kiyo completou 1 ano, 2 anos e agora 3 anos. Para isso eu digo: ha tempo para tudo. Ele nao precisa ir para uma escola se tanto eu quanto o Jeff conseguimos lhe dar os cuidados de que ele precisa. Em casa ele tem a atencao que requer, a alimentacao que convem e muito amor. Se nao ha uma necessidade em manda-lo para a escolinha, nao vamos dar a terceiros o prazer de ver o nosso filhote crescer. O fato de nao colocarmos o Kiyo na escolinha em momento algum impede que ele tenha uma vida social bem resolvida. Enquanto moravamos no Brasil, ele brincava diariamente com outras criancas de idades variadas. Agora que estamos nos EUA, ele sempre vai a praia ou ao parquinho e nao demora muito jah estah cercado de criancas para brincar com ele.


Sinto que o Kiyo estah crescendo, e rapido. Percebo o quanto ele amadureceu desde que nasceu. Jah nao tenho mais um bebezinho indefeso. O Kiyo eh um menino forte e docil, com personalidade mas flexivel as mudancas... ele estah crescendo e sinto que logo serah tempo de outras aventuras, outras descobertas, outras indagacoes. Por hora, fico feliz em apenas estar ao seu lado segurando sua mao a cada passo.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Finding Kiyo...


Desde que o Kiyo entrou no mar ou na piscina pela primeira vez, ele ficou completamente a vontade. No Brasil, nao moravamos perto da praia. Agora aqui na Florida, estamos na praia praticamente todos os dias (salvo os dias de chuva). E o interesse do Kiyo pela agua nos colocou em alerta: "ele precisa aprender a nadar!".
Jeff nada bem. Eu, por outro lado, fico apavorada se percebo que nao dah peh. Apesar de ter feito alguns anos de natacao, nunca consegui me familiarizar completamente com o meio agua. E nesse ponto, eu tambem preciso aprender a nadar.
Aqui na Florida os parques municipais (na grande maioria) tem piscinas onde as pessoas podem praticar, brincar, e onde podem fazer aulas para aprender a nadar. Agora no verao eles oferecem aulas para os pequetiticos... entao, resolvemos inscrever o Kiyozinho. Ele vai de segunda a quinta, das 9 as 9:30 da manha. Eh muito relax e sem estresse. Nao eh um ambiente competitivo e as turmas sao pequenas.
No primeiro dia, fomos eu e o Kiyo de bike. Chegando lah, ele ficou um pouco apreensivo, mas aceitou o convite da professora para ir para a piscina. Ele fez todas as atividades que ela apresentava e recebia como recompensa varios "high-fives". Ao final da aula, ele veio dizendo que nao queria ir naquela piscina, mas queria entrar nas outras piscinas do lugar. No segundo dia, eu jah tive que leva-lo ateh a piscina e um coleguinha foi segurando a maozinha do Kiyo. Ele brincou e pareceu se divertir bastante durante a aula. Quando saiu da piscina, nao queria ir embora. No terceiro dia, ele se escondeu quando viu a professora chegando. Dizia que nao queria ir. Levei-o pela mao e afirmei que ele ia se divertir. Expliquei que nao poderia ficar junto. Ele ficou chorando por uns minutos, e depois estava novamente brincando e fazendo todos os exercicios.
Durante todos os dias eu explicava que ele ia aprender a nadar e que isso era legal. Eu nunca saia da vista dele, mas ficava fora da piscina na area designada para os pais. Durante todos os dias, ele dizia que nao queria ir, mas quando estava na piscina ficava feliz e recebia varios "high fives".
Hoje ele saiu de casa dizendo que nao queria ir. Chegamos lah e para minha surpresa ele foi sozinho acompanhando a turminha (de 2 outros coleguinhas). Fez todas as atividades e ao final ainda pulou dentro da piscina para mergulhar.
Quem sabe ele esteja se acostumando com o fato de que eu nao posso estar com ele durante as aulas, mas ele se sente seguro por saber que estou ali esperando por ele. Soh sei dizer que vejo meu pequeno crescer diante dos meus olhos e nem acredito que ele estah cada vez mais independente...
Assim como na natacao, em varios aspectos de sua vida, meu Kiyozinho estah a cada dia "finding himself". Estah encontrando seu modo de agir, sua forma de pensar. Eh bonito demais ver como ele se relaciona com os outros, como ele pede as coisas... podemos ver que ele eh um individuo cheio de personalidade. Ele sabe bem oque quer e onde quer chegar, mesmo com apenas 3 anos. Ele sabe dizer quando algo lhe incomoda e nao tem vergonha de expressar seus sentimentos. Ao mesmo tempo, ele eh carinhoso, atencioso, amavel e divertido.
Parece que essas palavras sao devaneios de uma mae corujissima... sim, em parte sao, mas em parte tambem sao constatacoes de uma mae feliz pelo menino saudavel e completo que estah criando.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Homenagem... lembrancas que as imagens nao conseguem expressar...




Hoje eu escrevo, depois de tantos meses sem postar nada, em homenagem ao vovo Luiz.
O vovo Luiz era o vovo do Kiyo, pai do papai. O Kiyo teve pouco contato com ele, pois o vovo Luiz sempre viajava muito e nunca sabiamos quando ele estava indo ou vindo. No entanto, sabemos que o vovo Luiz sempre teve um carinho muito grande pelo Kiyo. Desde que soube que a mamae estava esperando o Kiyo, o vovo Luiz sempre mostrou muito carinho e alegria pela chegada do novo netinho. Ele visitou o Kiyo sempre que pode e sempre foi muito carinhoso, amoroso e bondoso com o Kiyo. Desde que viu o Kiyo pela primeira vez, o vovo Luiz mostrou-se todo orgulhoso com o netinho.
A ultima vez que vimos o vovo Luiz foi na semana passada, quando fomos na casa dele passar um dia bastante agradavel. O Kiyo brincou bastante como vovo Luiz. Ele riu muito, comeu a comidinha gostosa que o vovo preparou para todos nos, pulou no sofa, pulou no colo do vovo, nadou na piscina e caminhou de maos dadas com o vovo e, na hora de ir pra casa, ficou jogando beijos e acenando "bye bye".
Infelizmente, o vovo Luiz nao estah mais conosco, mas ficam dele essas lembrancas gostosas dele brincando e rindo com o Kiyo.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

"I'm a big boy"















Desde nossa vinda para os EUA, o Kiyo continua desenvolvendo bem e a cada dia inventa estripulias muito divertidas e gostosas. Temos varias fotos e ateh alguns filmes que ilustram esses momentos, mas acho que nada como um relato em palavras para mostrar tudo que ele faz hoje em dia.
Sua vida eh muito tranquila. Ele passa boa parte do dia com o papai enquanto a mamae vai trabalhar ou com os dois nos dias em que a mamae tem folga. Ele acorda normalmente bem humorado e dah um bocejo indicando que finalmente acordou e estah pronto para outro dia de aventuras. Daih ele toma seu "breakfast" que normalmente eh leite frio (ou morno, dependendo do dia e do animo) com pao e manteiga de amendoim, cereal com iogurte, frutas, cookies e outras coisas...

Ele gosta de assistir alguns programas para criancas na TV educativa (PBS). Seu favoritos sao: Curious George, Sid the Science Kid, Super Readers e Clifford. Ele adora reconhecer letrinhas do alfabeto com os Super Readers e dancar com o Sid. Eh muito divertido... E ele jah reconhece pelo menos umas 12 letras.
Depois do almoco, ele vai com o papai ao parque ou a praia. E eh nesse momento que podemos presenciar seus momentos unicos. Esses dias por exemplo:
Estavamos no parque jah ha algum tempo quando chegaram algumas meninas de uns 10 anos. As meninas comecaram a brincar no escorregador e a se pendurar nas barras. O Kiyo, mais que depressa, foi se apresentar as meninas.
Kiyo: Hi, guys... I'm a big boy! - apontando repetidamente para sua propria barriga.
As meninas olharam pra ele e riram. A partir de entao ele se sentiu parte da "galera". Brincou um monte com elas, correndo atras delas, subindo e descendo nos escorregas. De repente, chegaram mais 3 criancas. As 2 meninas que jah estavam no parque sairam correndo pra recepcionar o grupo. Kiyo, sem pestanejar, foi atras.
Mamae: Kiyo, vem aqui filho. Deixa eles brincarem...
Kiyo: No, mamae... I'm with guys! (como quem diz, eu estou com a galera, mae!) E saiu correndo e juntou-se ao grupo. As meninas o apresentaram aos demais e ele ficou faceiro, correndo junto com eles.
Quando uma senhora veio comentar sobre como ele era um menininho lindo, ele ficou furioso...
Ela: Oh, you're a cute little boy.
Kiyo: No! I'm a big boy!
Hoje em dia ele sabe verbalizar de forma bastante clara seu descontentamento com alguma situacao. Hoje, quando estavamos saindo da igreja, fui busca-lo na sala das criancas.
Adendo: ele fica na salinha sem problemas. Sai correndo e nem olha pra tras. A hora de crise eh sempre pra ir embora!
Quando eu cheguei, ele declarou: "Nao mamae, my train!" e saiu correndo para pegar o trenzinho que estava no lugar. Eu conversei com ele, dizendo que todos iam embora e que precisavamos ir. Ele declarou em meio a lagrimas: "No home, mamae. I'm not happy with mamae!" E aih??? O que fazer??? Sentei ele no chao e esperei que a crise diminuisse. Fomos ao encontro do Jeff e ele ficou declarando que nao estava "happy" com a mamae pelos proximos 15 minutos.
Bem... fora essas coisas, ele continua serelepe, ativo e muito esperto!!! Sobe em arvores e deixa a gente muito feliz!

Beijos a todos,
Dani

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

2009: Ano da Mudança!!!

O ano de 2009 nem bem entrou e eu já disse ao Jeff em alto e bom tom: "Esse será um ano de mudanças". Quando disse isso, imaginava que nossa mudança seria de alguns quilometros, ali para o centrinho de Campo Magro. Mal sabia eu que estaria digitando essas linhas, em pleno 08 de janeiro de 2010, de Pompano Beach na Florida.
Nossa vida deu uma reviravolta imensa, mas tudo começou quando levamos um calote após 14 meses de trabalho em um desenho animado para uma editora dita "cristã" que por sinal é de uma família de "amigos da igreja". Isso foi em 2005. Depois do trabalho finalizado, revisto, lançado e sendo vendido como água nas lojas evangélicas, a editora se negou a pagar o valor pendente referente a uma ajuda de custo. Não bastasse esse calote na empresa, descobrimos que o nosso então sócio (que também era "amigo da igreja") estava trocando mensagens secretas com os caloteiros colocando assim a empresa em situação bem complicada. Descobrimos também que as pessoas que considerávamos como família não passavam de meros conhecidos. E que no momento de crise, quando precisávamos, eles nos viraram as costas.
Depois disso, parece que não conseguimos nos erguer. Parece que cada passo que andávamos para frente, voltávamos uns dois ou três para trás.
De minha parte, consegui muitas vitórias. Consegui terminar a faculdade, fazer uma especialização...
Em 2006, bem no meu aniversário, descobri o milagre de Deus em minha vida... estava grávida! Após o susto inicial, afinal não estávamos esperando ou planejando nada, passei a curtir tudo sobre o meu estado. A barriga até hoje dá saudades e de vez em quando eu sinto um mexer inconfundível dentro de mim, como se fosse um flashback.
Em maio de 2007 nasce o nosso pequeno herdeiro. O Kiyozinho nasceu de cesárea por falta de conhecimento meu. Eu acreditava que algumas condições pediam sim a cirurgia, mas não fui me informar melhor a respeito e não soube impor minha vontade de dar a luz. Enfim, dou graças a Deus pela vida do meu filho, que chegou saudável e muito amado!
Em novembro de 2008 decidimos que iríamos sair da casa da minha sogra. Após o nascimento do Kiyo, sua atitude mudou muito. Passamos a ter problemas de convivência que antes não existiam. Parecia que havia uma necessidade dela em contrariar aquilo que acreditávamos e duvidar da nossa capacidade de sermos pais e educar o nosso filho. A situação ficou insuportável e eu dei o ultimato. Em menos de uma semana arrumamos um lugar para alugar em Campo Magro. Era um lugar mágico que me fazia sentir muito bem. Só que a casa não era habitada há alguns anos, e não podíamos mudar do jeito que estava. Precisávamos arrumar. Foi então que começou a nossa saga. Quando achávamos que íamos mudar, algo acontecia e não dava certo. Parecia que estávamos andando num pote de melado. Não conseguíamos terminar a arrumação e deixar a casa em estado bom para morar.
Junto com isso, estávamos montando uma associação de educação ambiental. E isso também parecia que não ia para frente. Tínhamos inúmeros planos, mas parecia que nada ia vingar.
Até que em 2009, no aniversário de 2 anos do Kiyo, uma conversa mudou a nossa vida. Abriam-se portas que acreditavam que estavam fechadas desde 2003 quando voltamos ao Brasil. Nossa situação no Brasil estava complicada. Acabamos entrando em dívidas que não conseguimos pagar e virou uma bola de neve sem fim. Quando a oportunidade de voltar aos EUA apareceu, parece que foi a nossa chance de dar a volta por cima, passar uma borracha em tudo de ruim que nos aconteceu e recomeçar uma vida melhor para o nosso filho.
Devo confessar que fiquei apreensiva. Não queria largar tudo e aventurar. Não podia fazer isso com o Kiyo e nem comigo mesma. Não queria largar o conforto da minha família. Então comecei a colocar inúmeras condições para a nossa ida. Todas as condições que eu impunha eram derrubadas. Ao mesmo tempo fui percebendo e analisando todos os prós e contras de nosso retorno aos EUA. Analisamos as razões que nos levaram ao Brasil novamente e verificamos que nossas expectativas foram frustradas. Dos amigos que acreditávamos ter por lá, poucos restaram e mostraram-se fiéis a nossa amizade. Sim, fizemos novas amizades, mas essas manteremos independente de onde estivermos. A família extendida estará sempre presente, mas nosso núcleo familiar não estava seguro onde estávamos. Sentíamos medo de sair à noite. Insegurança deixa a gente com mais medo e o medo paralisa. Eu não queria que o Kiyo crescesse com medo.
Então criamos coragem e dia 02 de novembro de 2009 embarcamos para a nova vida que nos aguardava. Sabemos que as coisas não serão um mar de rosas, mas estamos confiantes que as dificuldades iniciais estão apenas nos fortalecendo. Acima de tudo, estamos seguros. Talvez não ainda financeiramente, mas estamos seguros... Muitas oportunidades podem dar certo quando estamos abertos para recebe-las. A mudança se faz necessária, dói e fortalece. Hoje eu tenho certeza que foi melhor. Hoje eu ainda tenho medo, mas não o medo que paralisa. Hoje eu considero melhor as oportunidades para ver quais realmente serão proveitosas. Hoje, dia 08 de janeiro de 2010, eu posso dizer que sim... 2009 foi o ano da mudança. Essa mudança foi como a metamorfose da lagarta... que precisou passar por um momento de dor para se transformar em uma linda borboleta.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

5 Coisas que não sou, gostaria de ser, mas arrisco...

5 coisas que não sou, gostaria de ser, mas arrisco...


1. Confiante. Nesse momento da minha vida muitas coisas me parecem incertas e isso me incomoda. Confio, mas gostaria de poder deixar rolar...


2. Habilidosa artisticamente... essa eu nem arrisco!


3. Dona de Casa. Eu até tento, mas não consigo fazer almoço, varrer a casa e cuidar da roupa tudo ao mesmo tempo.


4. Decidida. Meu maior problema é a indecisão... nunca sei o que fazer e acabo não fazendo é nada.


5. Organizada. Sou a rainha da bagunça!



Quem me passou isso foi a Ana Sixx do blog Paz e Amor. Legal!!!

Quem quiser, pode responder...

quarta-feira, 10 de junho de 2009

2 anos de Boogie-Boogie














Gente...
Estou há algum tempo ensaiando para relatar o aniversário de 2 anos do Kiyo. Foi um momento muito especial, lindo, mágico, único...
Preparatórios: Estava há alguns meses já bolando como seria a segunda festinha de aniversário do Kiyo. Gostei tanto da primeira, que foi bem a nossa cara, que queria repetir a dose. E (lógico) melhorar muita coisa! Sabia que queria fazer algo caseiro, familiar e descontraído. Nada desses buffets impessoais. Inicialmente, queria fazer na casa nova (estávamos para nos mudar desde janeiro, e o aníver seria em maio). Só que a medida que a data do aniversário se aproximava, eu tinha mais e mais certeza de que não seria na casa nova. Então, fomos visitar uma chácara lá em Campo Magro, onde eles oferecem o espaço para eventos, tem churrasqueiras, espaço para a criançada correr, cavalo para andarem, redes para dormir um pouco, muito contato com a natureza e tudo mais. Era o lugar perfeito! Então decidimos: faríamos um churrasquinho bem familiar para os parentes e teríamos o bolo e outros quitutes para os demais convidados. Lá em casa, reunião familiar significa no mínimo 30 pessoas. Tudo é motivo de festa! Meus pais se encarregaram de encomendar os espetinhos de carne para o almoço. Encomendei um bolo MARAVILHOSO da filha da minha vódrasta. Encomendamos alguns sanduiches assados. Fizemos cookies de aveia, passas e amendoim, gelatina e salada de frutas. Para beber tinha suco de caju e de uva. Quem quisesse beber outras coisas, poderia comprar direto do restaurante no local.














A festa foi num domingo de muito sol e um pouco frio. Chegamos no local às 10:30 da manhã pra preparar as coisas pra festa. Contamos com a ajuda maravilhosa de algumas pessoas queridas. Cris, José Augusto e João Augusto foram incríveis em colocar ordem na coisa! O vovô Dudu e a vovó Ana foram maravilhosos em providenciar praticamente TUDO e não deixar faltar nada para que tívessemos um domingo abençoado. Aline, minha querida amiga, encheu os balões pra deixar tudo mais colorido e alegre! Todos foram verdadeiros anfitriões!!!

O Kiyo estava muito feliz. Corria de um lado pro outro, recebia os convidados e abria seus presentes feliz da vida. Ele brincou com todo mundo.




































As crianças se divertiram bastante com as lembrancinhas que receberam: um potinho de bolinhas de sabão e uma cartela de adesivos. No fim, todos os convidados estavam brincando com as bolinhas. Foi bonito de se ver.

No meio de tanta alegria, resolvi perguntar ao Kiyo o que ele estava achando de tudo aquilo. Então, eu me ajoelhei na frente dele e, olhando bem nos seus olhos brilhantes, perguntei:
"Baby, você está feliz
?" E ele, da forma mais autêntica possível, respondeu: "É!"
Para mim, isso valeu todo o esforço!
Ano que vem tem mais!!!
Beijos a todos...